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Pesquisando a viola caipira há mais de quinze anos, e com experiência nacional e em palcos de Portugal, Espanha, México, Inglaterra e Estados Unidos, o músico, arranjador e compositor João Paulo Amaral se destaca por propor novos caminhos musicais para a centenária viola caipira. Sobre seu trabalho, escreveram Paulo Bellinati “…além das cores e matizes regionais bem delineados, descobrimos uma viola do futuro”, Ivan Vilela “… só pelo tanto que toca já deixou seu nome impresso na história da viola” e Ulisses Rocha “A música pode ser bonita, difícil, interessante, e muitas outras coisas. Nas mãos do João Paulo, a música é arte!!”.

Seu contato com a música caipira originou-se quando, ainda criança, acompanhava seu pai nas cantorias em Mogi das Cruzes – SP, sua cidade natal, e nas pescarias de férias no sul Minas Gerais. Pós-graduado pela Unicamp, foi pioneiro ao defender o primeiro mestrado em música sobre a viola caipira do país, com pesquisa sobre o lendário violeiro Tião Carreiro. É professor de viola caipira da Faculdade Cantareira(desde 2009) e EMESP Tom Jobim (desde 2005), autor do método de viola utilizado no projeto Guri e do livro/CD“Viola Caipira – arranjos instrumentais de musicas tradicionais”, vencedor do prêmio Ney Mesquita. Desde 2002, participa de festivais e ministra oficinas, workshops e seminários de viola e música caipira por todo país e exterior. Em 2010, com seu trio formado por Alberto Luccas (baixo acústico) e Cléber Almeida (bateria e percussão), lançou o CD “Viola Brasileira”(Cooperativa/Tratore) disco pré-selecionado no 22o Prêmio da Música Brasileira e elogiado pela crítica. Em 2014, lançou o CD “Cordal” em duo com o músico Almir Côrtes combinando viola caipira, violão, bandolim e guitarra, projeto apresentado em turnê em abril de 2015 nos EUA e lançado no Instrumental Sesc Brasil. Em 2016 participou e assinou os arranjos e direção musical de “Açoite”, 4o CD de sua irmã, a cantora Juliana Amaral, com quem trabalha desde 2003. Integrante de importantes grupos no cenário da viola, como o Conversa Ribeira, Trio Carapiá, e Orquestra Filarmônica de Violas (grupo sob sua direção desde 2011), participou de mais de vinte CDs, além de trabalhar com nomes como Renato Teixeira, Robertinho Silva, Natan Marques, Guinga, Luis Felipe Gama e Ana Luiza, Mônica Salmaso, Renato Braz, Toninho Ferragutti, Nailor Proveta, Ivan Vilela, Neymar Dias, Paulo Freire, Ricardo Herz, Paulo Braga, Weber Lopes, Ricardo Matsuda, Isa Taube, Consuelo de Paula, Jean Garfunkel, Wolf Borges, Harvey Wainapel, Jovino Santos Neto, Fábio Presgrave, Rodrigo Digão Braz, Gustavo Bugni, Orquestra Municipal de Jundiaí, Orquestra Sinfônica de Sorocaba, entre outros